A Noite de todas as Noites ou Um Reflexo dos Medos Humanos

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A época de Halloween aproximava-se e a quantidade de filmes de terror já existentes deixou Filipe na dúvida sobre qual iria ver hoje. Deveria dar uma oportunidade a algo recente desconhecido ou talvez fosse melhor ir para um clássico seguro? Porém, a curiosidade em conhecer as origens deste género levou-o ao YouTube para ver qual foi o primeiro filme de terror de sempre. The Execution of Mary Stuart (1895, Alfred Clark). Esta recriação da execução da rainha da Escócia durava apenas 17 segundos. No momento em que o machado está quase a tocar no pescoço da protagonista, esta é substituída por um boneco, criando-se assim um dos primeiros truques de câmera.

Esta obra-prima era apenas uma das muitas produções de Thomas Edison, mas Filipe procurava algo mais complexo e foi aí que chegou ao Le Manoir du Diablo (1896, Georges Méliès), o primeiro verdadeiro filme de terror com narrativa, realizado pelo outrora ilusionista e agora considerado o pai dos efeitos especiais. Nestes 3 minutos, presenciamos, mais uma vez graças a truques de câmera e montagem, o aparecimento e desaparecimento de esqueletos, fantasmas e outras estranhas criaturas.

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Com mais de 500 filmes, Georges Méliès dominou praticamente esta época e graças à coluna dos vídeos relacionados no YouTube, Filipe nem deu pelo tempo a passar. Com o chegar da noite, acendeu o candeeiro e raios de luz começaram a pintar a parede. Literalmente. Era como que se estivesse a assistir ao filme que originou o expressionismo alemão: Das Cabinet des Dr. Caligari (1920, Robert Wiene). Com um contraste de cores evidente, em que o jogo de luzes era na realidade composto por pinturas a preto e branco nas paredes – cenários também eles deformados e desenhados de forma grotesca – a ideia era recriar a mente louca e incómoda que o personagem principal possuía, num mundo onde sonâmbulos conseguem prever mortes e nada é o que parece. Um verdadeiro pesadelo!

E assim foram os anos 20: a idade de ouro do expressionismo alemão. Se o nosso doutor criou o género, este foi aperfeiçoado com Nosferatu – Eine Symphonie des Grauens (1922, F. W. Murnau), a primeira adaptação de Dracula de Bram Stoker. Por uma questão de direitos de autor, foram porém obrigados a mudar os nomes dos personagens.

As expressões exageradas, as sombras dominantes, tudo estava aqui presente. Isso e um Conde verdadeiramente assustador. A sua imagem terrorífica continua imbatível e a silhueta dele na parede nunca deixará de ser inquietante. Graças a uma excelente estratégia de marketing, chegou-se mesmo a dizer que o realizador foi buscar um verdadeiro vampiro para interpretar o papel.

Filipe já acreditava em tudo. Ao ponto de começar a ouvir e imaginar monstros na sua casa. Algo que sempre considerou uma farsa. Mas não os monstros da Universal dos anos 30, porque apesar do seu valor cultural, já não metem medo a ninguém. Quem é que não os conhece?

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Dracula (1931, Tod Browning), agora sim com os nomes correctos e com um Bela Lugosi a interpretar o papel da sua vida e não só. O actor pediu para que, quando chegasse a altura, o enterrassem acompanhado da capa usada no filme.

Frankenstein (1931, James Whale) e a superior sequela Bride of Frankenstein (1935, James Whale) que apesar de divergirem bastante da obra original, são os que apresentam o Monstro de Frankenstein mais emblemático de sempre. Nenhum outro nos vem à mente senão aquele interpretado por Boris Karloff sempre que ouvimos o seu nome. A sua imagem continua a servir de inspiração para outras reinterpretações do mesmo, seja na televisão ou na banda desenhada.

Curiosamente o mesmo actor viria a interpretar outro monstro mítico desta companhia: The Mummy (1932, Karl Freund). Ao contrário dos anteriores, este não é baseado em nenhuma obra. É incrível, mas foi mesmo aqui que nasceu essa criatura mágica e exótica. Já a história… Os mais atentos descobriram que a narrativa principal é praticamente a mesma do Dracula do ano anterior. O que fizeram foi substituir elementos-chave de acordo com o contexto. Apesar das cenas paralelas, apesar dos personagens com uma “alma gémea”, apesar da música de abertura ser a mesma (Tchaikovsky – Swan Lake), conseguiram (re)criar uma história que conta ainda hoje com sequelas e remakes.

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É verdade que estes monstros não ficaram presos a esta década. Temos o exemplo de The Wolf Man (1941, George Wagner) que depois de Lawrence Talbot (enorme interpretação por parte de Lon Chaney Jr.) ter sido mordido por uma feroz criatura à noite… Que levante o braço quem não souber o que acontece durante a lua cheia.

Apesar de mencionado, o espectador nunca chega verdadeiramente a ver a lua no ecrã, surgindo apenas nas sequelas. Para compensar, temos cenários cobertos de nevoeiro. De forma exagerada até, diga-se, mas nada supérflua. São esses bosques de chão branco que dão ao filme a sua identidade.

No entanto, outros sub-géneros também se começavam a fazer ver, ou melhor, notar. Bem, ouvir… Cat People (1942, Jacques Tourner) apresentava um terror sugestivo. Por outras palavras, praticamente tudo o que de mal aparentava acontecer, acontecia fora do ecrã e portanto só nos podíamos apoiar em 3 coisas: o som, as expressões dos personagens e a mais forte de todas, a nossa imaginação.

Este filme em que a protagonista acreditava transformar-se literalmente numa pantera sempre que tentava ter relações íntimas com o marido, veio influenciar muitos outros devido à mestria com que conseguia criar suspense em situações comuns. A maior parte das vezes não chegava a acontecer nada de anormal, mas a tensão criada até ao tal momento deixava o espectador com o coração aos saltos.

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Esta era apenas mais uma prova de que o desconhecido podia ser ainda mais assustador do que aquilo que nos aparece realmente à frente e isso era o que as pessoas nos anos 50 sentiam. A Guerra Fria tinha-se entretanto instalado e com isso as incertezas e inseguranças. É claro que isso também se reflectiu nos filmes. O pessoal tinha-se virado para outro tipo de monstros. Criaturas gigantescas vítimas de radiações atómicas. Them! (1954, Gordon Douglas), um dos primeiros do género, contava a história de umas formigas que se tornaram gigantescas no deserto do Novo México, devido a causas de exposição à radiação. O que começou por ser um simples filme de ficção científica rapidamente se virou para o terror.

Gojira/Godzilla (1954, Ishirö Honda), o rei, o deus e o mais conhecido dos monstros também foi vítima de uma mutação devido a testes nucleares.

Já em Attack of the Giant Leeches (1959, Bernard L. Kowalski), temos de lidar com sanguessugas megalómanas. A causa de tudo? Radiações atómicas.

Ficção-científica e terror andavam, portanto, de mãos dadas nos anos 50 e mais uma prova disso era, graças também aos avanços tecnológicos, o repentino surgimento de tantos filmes sobre extraterrestres e invasões alienígenas que podiam muito bem ser uma metáfora para os inimigos na Guerra Fria. Se os gigantes monstros eram apenas vítimas das circunstâncias, estes por outro lado tinham a destruição total e domínio em mente.

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The Thing from Another World (1951, Christian Nyby) ainda levava as invasões com mais calma, através de um visitante no Ártico meio tímido mas deveras perigoso. Já The War of the Worlds (1953, Byron Haskin) ofereceu-nos uma verdadeira guerra entre seres malignos do espaço e as forças armadas. Centenas de naves espaciais. O mundo inteiro é destruído. O que poderá detê-los se até mesmo a bomba atómica não o consegue?

Invasion of the Body Snatchers (1956, Don Siegel) traz-nos os extraterrestres até nós de forma mais íntima. O dr. Miles Bennell começa a estranhar o comportamento de alguns dos seus pacientes. Pensando tratar-se inicialmente apenas de mais uma paranóia dele (num claro piscar de olhos ao Macartismo e perseguição politica da altura), a falta de emoção dos pacientes levou-o finalmente a descobrir que os humanos estavam a ser substituídos por duplos extraterrestres. O susto de descobrir que um familiar nosso é na realidade um extraterrestre e a dificuldade em reconhecer quem é que ainda era humano ou não, deixava o espectador com tantas incertezas como medos.

É claro que esta moda fez com que também surgissem filmes de fraca qualidade como It Conquered the World (1956, Roger Corman), It! The Terror from Beyond Space (1958, Edward L.Cahn) e o famoso Plan 9 From Outer Space (1959, Edward D. Wood Jr.) em que até se conseguiam ver os fios que seguravam as naves espaciais.

Não de todo impossível, mas a probabilidade de Filipe ter um encontro com extraterrestres esta noite era mínima e isso deixava-o mais descansado. Por esta altura, pensava já nada o poder assustar. No entanto, tudo ia começar a ficar mais real a partir daqui. Sim, ainda havia fenómenos relacionados com o oculto, como o êxito que foi Rosemary’s Baby (1968, Roman Polanski). Rosemary engravida após ter sonhado que teve relações sexuais com um monstro, talvez o derradeiro monstro. A partir daí começa a entrar numa luta pela segurança do seu ainda não nascido bebé, acreditando que os novos vizinhos pretendem apoderar-se dele para fins relacionados com rituais satânicos. Outro êxito foi Night of the Living Dead (1968, George A. Romero), o filme repleto de críticas à sociedade. Não apenas isso, mas foi este que popularizou os filmes zombies. Ainda com uma aparência igual à dos humanos e nunca realmente apelidados de zombies, diga-se. Os nossos protagonistas tentam sobreviver aos mortos-vivos fechando-se dentro de uma casa, mas para tal precisam de colaborar uns com os outros. Porém, as diferenças de personalidade levam-nos a constantes discussões dentro do cubículo, resultando numa interessante visão sobre a conduta do ser humano.

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Mas vamos ao tal terror real de que falava. Psycho (1960, Alfred Hitchcock) não retratava monstros fantásticos, nem extraterrestres que nunca ninguém viu. Em vez disso, o foco foi para a mente humana que por si já é perturbante. Hitchcock foi um dos melhores realizadores de todos os tempos e sabia que só conseguia criar impacto usando elementos reais. Talvez o primeiro verdadeiro slasher, Psycho reunia uma realização soberba, uma edição cuidada e um argumento trabalhado. O twist final ainda hoje é estudado, mas toda a glória chegou com algo que acontece nem a meio do filme, na famosa cena do chuveiro. Eliminar a personagem principal tão cedo era algo tão ousado que só um realizador daquela categoria tinha coragem de o fazer.

Tocando novamente em acontecimentos naturais, surgiu The Birds (1963, Alfred Hitchcock). Numa clara crítica à forma como engaiolamos os inocentes pássaros (são várias as indirectas ao longo do filme), estes surgem de forma furiosa, mas nunca irreal, como que se de uma revolução se tratasse. Os nossos protagonistas nada mais podem fazer do que esperar que tudo passe.

Se Psycho era acompanhado por uma banda sonora memorável, The Birds apostava na quase ausência dela, de forma a conseguirmos ouvir com mais atenção o som desesperado dos pássaros.

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Filipe pensava já ter visto de tudo, mas nada o preparava para os anos 70. Exorcismos, canibalismo, tubarões, serial killers, a lista era infindável nesta boa década para os amantes do terror.

Se foi mais uma estratégia de marketing ou não, nunca saberemos, mas a verdade é que ocorreram vários incidentes durante as filmagens de The Exorcist (1973, William Friedkin), como os cenários começarem a pegar fogo. Muitas pessoas saíram a meio do cinema e muitas pessoas ainda hoje pensam que este filme do diabo, onde uma jovem é possuída por uma entidade desconhecida, está amaldiçoado.

The Texas Chainsaw Massacre (1974, Tob Hooper) ensina-nos que nunca nos podemos sentir verdadeiramente seguros, seja onde for. Depois de serem perseguidos por um psicopata cuja melhor amiga é uma motosserra, um grupo de amigos refugia-se numa casa desconhecida, mas depressa se apercebe que os aparentemente simpáticos donos são familiares do perseguidor e igualmente psicopatas. Seguem-se cenas canibais do mais trivial que há.

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Canibalismo à parte, mas continuando na onda do medo de se ser devorado, está Jaws (1975, Steven Spielberg). Ainda de poucos recursos, este jovem cineasta apostou em mostrar o tubarão fictício apenas alguns segundos de cada vez, de forma a não se reparar no horrível estado em que se encontrava. É claro que para preenchermos o filme, precisávamos de mais do que isso e como tal surgiram personagens bem caracterizados, repletos de histórias para contar. É aí que se vê a mestria em criar um elo entre o personagem e o espectador.

Já a história de Michael Myers em Halloween (1978, John Carpenter) era mínima. Algo que também pode ir a seu favor. Pouco se sabia sobre este serial killer a não ser que começou já em miúdo a eliminar familiares. Sem dizer uma palavra, sem revelar um motivo em concreto, aquele que era conhecido por muitos como bicho papão, era (para o psiquiatra que tratou dele até ter fugido do Sanatório) a pura e simples maldade em pessoa.

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Surgiram muitas sequelas de slashers nos anos 80 e essa moda originou outros tantos, cada um com uma personalidade própria. Friday the 13th (1980, Sean S. Cunningham), por motivos que se descobre no final, criticava claramente a miudagem irresponsável que só pensava em sexo. A Nightmare on Elm Street (1984, Wes Craven) ensinava-nos que nem nos nossos sonhos podíamos estar descansados, pois era aí que o assassino Freddy Krueger nos aparecia. Uma vez morto no sonho, morto na realidade. Child’s Play (1988, Tom Holland) brincava com o facto de que até os bonecos dos nossos filhos podiam ser assassinos em série (e este primeiro ainda era verdadeiramente terrorífico).

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No meio dos slashers, foram aparecendo obviamente outros sub-géneros. The Shinning (1980, Stanley Kubrick) apresentava um terror mais psicológico. Jack Torrance decide ir com a família para um hotel que se encontra fechado durante a temporada, procurando descanso e inspiração para a sua escrita. Mas o isolamento resulta em visões, perda de sanidade e, como consequência, na violência. Stanley Kubrick é um perfeccionista e isso é notável em todos os enquadramentos. Perfeita é também a interpretação de Jack Nicholson, capaz de deixar o próprio espectador nervoso.

Em contrapartida, o terror de The Evil Dead (1981, Sam Raimi) e Evil Dead 2: Dead by Dawn (1987, Sam Raimi) é puramente físico. Uma casa abandonada no meio do bosque serve de cenário para aquilo que viria a tornar-se literalmente num banho de sangue. Árvores violadoras, pessoas a transformarem-se em Zombies, o livro dos mortos e um humor negro do melhor que há é o que podemos encontrar aqui. Sangue, sangue, risadas e mais sangue é uma forma de resumir estes filmes de culto.

A união entre o terror psicológico e físico está presente em The Fly (1986, David Cronenberg). Depois de uma das suas experiências ter corrido mal, o cientista Seth Brundle vê os seus genes a serem unidos aos de uma mosca. Se no início se sente energético como nunca, aos poucos o seu corpo começa a assemelhar-se cada vez mais ao de uma mosca. Ao desespero inquietante do cientista junta-se o gore que pode não ser para toda a gente.

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Só de imaginar, Filipe deixou a ideia dos filmes de terror um pouco de lado. Houve, no entanto, quem pensasse o oposto. Uma figura fantasmagórica aparece-lhe à frente. Não lhe era estranha, pois fazia-lhe lembrar o famoso quadro de Edvard Munch, O Grito. Esta não falava. Limitava-se a inclinar a cabeça e… a fazer surgir uma faca por dentro da manga do manto preto. Mas a onda dos slashers já não tinha terminado em meados dos anos 90? As ideias tinham-se esgotado e não havia muito mais por onde pegar, mas Scream (1996, Wes Craven) fez renascer o sub-género através de um guião cheio de novas ideias. As vítimas já não eram tipicamente estúpidas. Estas conheciam os filmes de terror e sabiam as suas regras. Esta obra surge então como uma espécie de “enciclopédia do terror”, onde nos é dito o que devemos ou não fazer se quisermos sobreviver.

Para além das sequelas, criou-se toda uma nova moda de slashers com personagens mais inteligentes. I Know What You Did Last Summer (1998, Jim Gillespie) baseado no mito do homem misterioso de gancho na mão e Urban Legend (1998, Jamie Blanks) baseado em mitos em geral, são dois exemplos disso.

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Mas antes de terminar essa década, surgiu algo que viria mudar os filmes de terror: The Blair Witch Project (1999, Daniel Myrick, Eduardo Sanchez). O filme foi vendido como sendo uma recolha das filmagens que três estudantes captaram antes de terem morrido no bosque em Maryland. Tinham como objectivo fazer um documentário sobre a lenda da bruxa de Blair. Muitos acreditaram na história, resultando num êxito estrondoso, popularizando assim um novo sub-género. Coisa que resultou graças à nova tecnologia.

[REC] (2007, Jaume Balagueró, Paço Plaza) usou o mesmo tipo de filmagens, mas agora com um novo inimigo e um apartamento como cenário. Já Paranormal Activity (2007, Oren Peli) tentou mudar um pouco as regras ao apresentar o filme com imagens que recriavam filmagens das câmeras de segurança da casa.

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Este novo milénio sofreu outro update com a chegada de Saw (2004, James Wan) e Hostel (2005, Eli Roth). A tortura física e explícita nesses filmes tornou o espectador mais receptivo à violência nos filmes que se seguiram. Felizmente nem tudo é sangue e dores físicas. Insidious (2010, James Wan) e The Conjuring (2013, James Wan) apresentam um terror mais fantasmagórico, mas igualmente capaz de nos deixar sem sono durante dias, ajudando este jovem realizador a conquistar lentamente o lugar entre os melhores realizadores do género da actualidade.

(L-r) ISABELLE DELEUCE as Sara, JEAN LUC BILODEAU as Schraeder, SAMM TODD as Rhonda, ALBERTO GHISHI as Chip and BRITT MCKILLIP as Macy in Warner Bros. Pictures and Legendary PicturesÕ horror thriller ÒTrick Ôr Treat,Ó distributed by Warner Bros. Pictures.  PHOTOGRAPHS TO BE USED SOLELY FOR ADVERTISING, PROMOTION, PUBLICITY OR REVIEWS OF THIS SPECIFIC MOTION PICTURE AND TO REMAIN THE PROPERTY OF THE STUDIO. NOT FOR SALE OR REDISTRIBUTION.

Mas se existe filme perfeito para se ver na noite de Halloween para além daquele do mesmo nome, é Trick’r Treat (2007, Michael Dougherty). Pelas pequenas histórias macabras que se cruzam numa aldeiazinha. Por se passar na noite das noites e pelo magnífico ambiente criado através das centenas(!) de abóboras espalhadas por todo e qualquer canto.

Já o Filipe, ninguém sabe se conseguiu chegar até ao dia 31 de Outubro…

Por Luís Filipe Teixeira in RTRO #29, que pode ser lida na íntegra aqui.

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